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Situada no Jardim da República em Santarém esta Cafetaria torna-se, pela sua localização e interacção com a envolvente, num ponto de encontro catalisador de percursos e vivências.
O conceito base gerador desta "peça" assenta na ideia da transparência formalizada por um limite gerado como que por uma folha de papel branco que, dobrada em forma ...
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Situada no Jardim da República em Santarém esta Cafetaria torna-se, pela sua localização e interacção com a envolvente, num ponto de encontro catalisador de percursos e vivências.
O conceito base gerador desta "peça" assenta na ideia da transparência formalizada por um limite gerado como que por uma folha de papel branco que, dobrada em forma de pórtico, define um espaço dentro do qual viverá a cafetaria e cuja pureza apenas será afectada pela intersecção de um percurso.
O espaço contentor da cafetaria é definido pelo vazio resultante da justaposição de uma fita de aço muito esbelta, que materializa a cobertura, e uma caixa de vidro que apesar de corresponder aos limites verticais, vivem grandes peças brancas correspondentes à copa/atendimento, arrecadação e aos vários espaços das instalações sanitárias, públicas e de pessoal.
A relação do utilizador com o espaço é de uma permeabilidade total.
As transparências geradas pelo invólucro envidraçado enfatizam e potenciam a comunicação directa com o exterior, permitindo em simultâneo a reconversão do espaço interior, em espaço de explanada exterior.
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